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Remote Instructions – Instruções seguidas de qualquer lugar do mundo

Agosto 5, 2008

Remote Instructions” (instruções remotas) é um projeto de Lee Walton. Segundo o site, “Remote Instructions é um projeto centrado na web que tanto a comunicação da web quanto a participação dos usuários. De uma central, Walton colabora com desconhecidos em todo o planeta via web, e orquestra uma séria de perfomances gravadas em vídeos que tomarão conta de cidades, vizinhanças e vilas reais ao redor do mundo”.

O projeto funciona da seguinte forma: de tempos em tempos, Walton deixa em seu site na web uma sugestão de vídeo a ser produzida. Após isto, aguarda que alguém em algum lugar do mundo envie um vídeo seguindo as normas impostas por ele. Os vídeos sugeridos por Walton sempre seguem temas como a virtualidade e a relação entre as pessoas e o ambiente que ocupam, normalmente sugerindo pequenas interferências no ambiente das cidades. Como por exemplo: trocar coisas de lugar, mover objetos que estão nas ruas, andar pela cidade quicando uma bola de basquete nas paredes ou simplesmente se pendurar em diferentes suportes (árvores, bancos, pontes) pela cidade.

“Import/Export”

Walton utiliza a rede tanto para formular quanto para disseminar os vídeos do projeto. Ele usa a internet para possibilitar que outras pessoas, de qualquer lugar do mundo, participem do seu projeto. Aliás, este é um projeto que só funciona com a participação de outras pessoas, já que o autor do site não produz estes vídeos, somente os orienta. O que ele pretende é justamente ver suas idéias sendo executadas em diferentes partes do globo, através de suas “instruções remotas”.

“Making Changes”

É possível enxergar nestes projetos operadores conceituais como imersão e desmaterialização. Esse tipo de obra, no qual espectadores assumem o papel do autor da obra em uma perfomance é chamado por Claudia Giametti de metaformance. Segundo ela: “(…) possibilita que o espectador seja convidado a assumir seu lugar na consumação da (inter)ação. (…) Sua caracterísitca princial é a capacidade de gerar um novo evento, no qual os conceitos de obra, público, performer, entorno e procedimento estão, em maior ou menor medida, circunscritos à relação entre ser humano e máquina (digital, telemática, etc).” Sendo assim, o performer (no caso, Lee Walton) constrói suas performances sem estar sequer no lugar onde elas são executadas, usando a internet como intermediário. Ainda segundo Giameeti: “O espectador é imerso numa atmosfera artificial, na qual a distancia fisica entre a imagem e o corpo visível só é superável por meio de uma interação virtual. A simulação ou ação se dá em um espaço virtual atemporal. O tempo perde seu sentido seqüencial e unidirecional em favor do tempo manipulável e infinitamente recuperável por meio da eletrônica. Aqui se desdobra, de forma evidente, a idéia de ubiqüidade e imaterialidade.”

“Gettng a leg up”

O próprio autor brinca com o conceito de desmaterialização em alguns de seus vídeos, nos quais várias pessoas diferentes saltam obstáculos invisíveis pela cidade. O fato de, em alguns vídeos, estas pessoas interferirem no ambiente em que estão ou executarem ações excêntricas (como ficar pendurados) também é uma forma de se dizer “eu estou aqui”, como se o autor se transportasse para estes lugares através destas pessoas e da relação delas com a web.

Já o conceito de imersão é observado no momento em que a participação do espectador se torna parte da obra. Eles são, em parte autores da obra juntamente com Walton – “Interator como Autor- ‘A autoria nos meios eletrônicos é procedimental. (…) O autor procedimental não cria simplesmente um conjunto de cenas, mas um mundo de possibilidades narrativas’”. Walton possibilita que pessoas de deferentes lugares “aprendam a nadar” segundo as regras de seu site, criando assim um ambiente participativo que se torna imersivo para estas pessoas.

Pensando em uma maneira de tornar esse projeto ainda mais interativo (considerando que ele já se caracteriza por ser um projeto colaborativo), pensamos na possibilidade de ser criado um site como o You Tube (porém bem mais simples), onde os colaboradores podem fazer upload dos seus vídeos diretamente para o site. Este site, que teria a moderação de Walton, facilitaria a organização dos vídeos, relacionando-os entre si (e entre os outros projetos de Walton). Seria interessante também possibilitar a colocação de comentários nestes vídeos, como ocorre no You Tube.

Outra possibilidade é a de se criar uma via de “mão-dupla” para a elaboração das idéias dos vídeos, possibilitando aos usuários sugestões de novos vídeos, sendo elas postas em prática após a aprovação de Walton. É como se os espectadores tivessem a chance de falar por ele, dizendo aos outros espectadores (ou ao próprio Walton) o que fazer.

Uma outra possibilidade seria apresentar um local específico do mundo (uma rua, por exemplo) e perguntar ao espectador como ele deseja intervir nesta rua. Quem responder mais rápido ganha, e o próprio Walton se encarregaria de fazer a intervenção, trocando algo de lugar ou executando uma perfomance.

Desta forma, tem-se a formação de um ambiente onde é possível uma imersão mais profunda do que o que existe agora, já que mesmo os espectadores que só olharem o site (os que não participam com os vídeos) poderão participar indiretamente na produção dos mesmos, assim como terão um site mais atrativo para acompanhar.

Em se tratando da desmaterialização, acreditamos que a possibilidade de permitir aos espectadores sugerir idéias para novas perfomances (e também a possibilidade de sugerir intervenções em determinados locais para o autor do site) criaria uma nova forma de desmaterialização: no caso, poderia ocorrer uma inversão de papéis, com os espectadores experimentando a sensação de “forçar” o autor do site a executar uma tarefa. Neste caso, eles experimentariam a desmaterialização de forma clara, fazendo com que suas ações sejam executadas por outra pessoa em um lugar diferente.

Desta forma, acreditamos dar ao excelente projeto de Lee Walton um tom mais interativo, criando novas possibilidades para o mesmo.

Por Felipe Amore, Fernando Morais, Rafael Fontenele e Vinícius Vasques.

Bibliografia:

GIANETTI, Cláudia. Estética digital; sintopia da arte, a ciência e a tecnologia. Belo Horizonte: C/Arte, 2006, p. 77-115.

MURRAY, Janet. Hamlet no Holodeck; o futuro da narrativa no ciberespaço. São Paulo: Itaú Cultural, UNESP, 2003, p. 101-150

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Breve Retrospectiva

Julho 8, 2008

Sendo este o nosso diário de criação, e sendo hoje o último dia antes da apresentação do trabalho, acho que cabe aqui fazer uma breve retrospectiva do que passou pela nossa cabeça até chegarmos aqui:

Mapa do trânsito

A primeira idéia que surgiu para este projeto consistia em mapear o a forma como as pessoas se deslocam em Belo Horizonte. Como faríamos isso? Seria criado um site onde qualquer um poderia entrar e colaborar descrevendo o seu trajeto diário para o trabalho/escola/faculdade. Toda essa informação seria compilada em um mapa estilo “Google Maps”. As ruas e avenidas que tivessem um maior volume de pessoas transitando por elas ficariam vermelhas, as que tivessem um pouco menos ficariam laranjas, e assim por diante, seguindo uma escala de cor. Assim além de ser verificado quais os caminhos mais utilizados, seriam mostrados onde os caminhos das pessoas se cruzam (e um usuário que colocou um trajeto específico lá poderia ver quantas pessoas que cruzam seu caminho por dia colocaram trajetos no site).

Esse é um projeto interessante, mas fugia um pouco dos conceitos de Flânerie que eram necessários neste trabalho.

Flashmob Dominó

Quase ao mesmo tempo que essa idéia, surgiu outra, na qual criaríamos um site e convidaríamos pessoas a participar de um flashmob em algum lugar específico da cidade (ex.: Praça da Liberdade). Ao comparecerem, seriam distribuídas camisas com números de dominós para elas, formando conexões. Após o jogo ser montado, as pessoas se despersariam.

Esse jogo brincaria com a idéia da “sequência” que o dominó traz.

Acabou que, após conversas com os professores e reuniões entre si, chegamos em uma idéia que une de certa forma as duas idéias: o dominó com imagens e textos relativos à cidade, formando um caminho de relações e analogias pelo território belorizontino.

E é o que estamos desenvolvendo agora.

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Novo Layout

Julho 8, 2008

Ultimas alterações no layout do site, so preciso da decisão sobre as regras pra trocar o texto

Vinicius Vasques

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Mudando um pouco as regras do jogo …

Julho 8, 2008

I. O tema base do jogo é Belo Horizonte, descrita através de fotos ou textos.

II. O tabuleiro é livre, não há necessidade de cadastro. Escolha uma palavra-chave, o tipo de contribuição e faça o upload da sua contribuição acompanhado de uma url ativa. As contribuições serão validadas após verificação do conteúdo.

a. É permitida a criação de novas palavras-chave, visando ampliação de conceitos.

b. Colaborações que não tiverem associações ficarão disponíveis para “compra”, podendo completar uma peça ou servindo de conexão conceitual ou imagética para alguma ponta do jogo.

c. O nome de todos contribuidores será disponibilizado na área “participantes”, através de nome / pseudônimo e url ativa.

III. Cada tabuleiro tem 28 peças disponíveis, cada uma com 2 faces, possibilitando 56 contribuições.

- Todas as peças poderão ser usadas por livre associação.

a. 14 faces deverão conter textos.

b. 14 faces deverão conter imagens.

c. 28 faces serão livres para que o jogador possa criar sua livre associação.

d. A disponibilidade de cada tipo de face será aleatória.

V. O jogo termina quando uma das categorias (palavra ou imagem) completa 100 contribuições.

VI. A primeira peça do novo tabuleiro será a última do jogo anterior. A Flaneurgrafia é ilimitada.

Vinicius Vasques

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O jogo da Flanegrafia: REGRAS

Julho 8, 2008

O Jogo da Flanegrafia: Onde os flanegrafistas se encontram.

 

 

Prepare o jogo:

1º- Faça o Cadastro no site.

2º- Cada jogador tem que armazenar 10 peças na sua área privativa..

a)      Todas as peças tem que ter a ver com a Cidade De Belo Horizonte.

b)      Essas peças só podem ser modificadas quando for reiniciar uma nova partida.

c)      As peças são divididas em duas categorias: IMAGENS E TEXTOS

d)      Dentre as peças, por obrigação, no mínimo três peças tem que ser trecho de textos que falem da cidade, da sua população, cultura, ou geografia.

 

 

Como jogar:

1º- Distribuído pelo tabuleiro virtual, existem peças com fotos e textos da cidade de Belo Horizonte, o jogador tem que conseguir associar uma de suas peças com alguma já existente no jogo.

a)      A associação não precisa ser obvia. Pode ser subjetiva.

b)      Toda vez que o jogador realizar uma associação ele deverá escrever uma breve defesa para a equipe do site entender sua linha de raciocínio.

c)      Caso a associação não seja aceita, os julgadores do jogo, tem o poder de retirar a peça associada e essa volta para o arquivo do jogador.

2º -É permitido aos responsáveis pelo jogo (site), colocar peças aleatórias e sem nexo durante a partida.

 

Objetivo do jogo:

1º- Conhecer mais sobre a nossa cidade. Sua Historia, população, bairros e culturas.

2º-Estabelecer conexões através de uma rede interligada.

3º- Gerar um arquivo de memórias da cidade de Belo Horizonte. No qual possamos navegar virtualmente por vários cantos da cidade e conhecer detalhes antes obscuros.

 

Objetivo do jogador: Quem vence.

1º- O objetivo de cada jogador é terminar com suas peças, fazendo as conexões possíveis.

2º- O jogador que terminar primeiro a partida, terá o direito de começar jogando a próxima rodada.

a)      A rodada seguinte, não precisa ter ligação com a anterior.

3º-Sempre que começar uma rodada, os participantes terão o direito de atualizar suas dez peças.

4º- Haverá um ranking com o nome e a posição de cada jogador.

 

 

 

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Textos

Julho 7, 2008

Seguem 2 textos escrevi agora:

Proposta:

Este site visa oferecer uma nova forma de enxergar a cidade de Belo Horizonte. Uma forma que não é baseada em barreiras geográficas, e com a qual se torna possível dede conhecer localidades diferentes da cidade a partilhar diferentes pontos de vista sobre os pontos mais conhecidos.

 

Como funciona

 

O site funciona como um grande jogo de dominó, jogado sobre a cidade de Belo Horizonte. Mas ao invés de casar números iguais (como em um jogo de dominó comum), aqui você deve que casar imagens da cidade e textos relativos a localidades belorizontinas. Qualquer um pode participar. É só verificar qual a imagem mais recente e, caso você possua uma imagem que tenha alguma relação com ela, é só colocar no site clicando aqui [link], e explicar qual a relação entre as duas imagens. Não é necessário escolher uma relação óbvia; a imagem de uma praça no centro da cidade pode ser associada à imagem de uma rua em Venda Nova simplesmente por aparecerem árvores semelhantes em ambas as fotos (só citando um exemplo). Não existem regras para estas relações: você é livre para relacionar a imagem com qualquer outra que considere interessante.

 

A intenção é criar um mapa fotográfico da cidade, onde as imagens se sucedem por associação direta, seguindo a idéia do jogo de dominó. Um mapa onde será possível passear pela cidade através de imagens e textos.

 

Quer colocar alguma imagem, mas não sabe como relacioná-la com a imagem mais recente do site? Não em problema, é só colocá-la no nosso “banco”, e descreve-la como palavras chaves. Ela ficará lá esperando até surgir alguma imagem que possa ser relacionada com as mesmas palavrass.

 

Sinta-se livre para participar. Dê uma olhada na nossa página inicial, e contribua com o jogo!

Flâneur:

O termo “Flâneur” (oriundo da palavra “flâner”, que em francês significa “passear”) ficou famoso ao ser utilizado por Charles Baudelaire para caracterizar aquele “cidadão que perambula despreocupadamente pela cidade”. Ele enxergava o Flâneur como alguém que possui um papel importante na compreensão e participação nas cidades grandes. Um Flâneur é um observador que experimenta a cidade, e a “Flânerie” é o ato de andar despreocupadamente pela cidade executado por ele.

 

A vida moderna nas cidades grandes nos leva a atravessar as cidades sem nos dar conta das mesmas: queremos chegar o mais rápido o possível em nossos destinos, utilizando de vias construídas para facilitar este deslocamento. A Flânerie é algo que vai contra esta “velocidade”: ao invés de “atravessar a cidade”, “ser atravessado por ela.” Experimentar a cidade e tudo o que ela tem a oferecer.

 

Com a internet e o surgimento de softwares como o Google Earth, tornou-se possível realizar espécies de “Flâneries virtuais”, perambular por cidades diferentes sem sair do quarto. Ainda que esta experiência seja limitada em relação à experiência real de perambular pelas ruas da cidade, acredita-se que ao se conhecer pontos desconhecidos da cidade pelo computador, o usuário possa vir a sentir a necessidade de se deslocar a estes lugares eventualmente.

 

Este site oferece a possibilidade de transitar por diferentes pontos da cidade de Belo Horizonte ao unir a Flânerie com a fotografia. Possibilidades de experimentar diferentes pontos de vistas relacionados a pontos específicos da cidade e de conhecer novos lugares. Possibilidade de conhecer melhor a própria cidade e descobrir o que ela oferece. Coisas difíceis de se notar em meio à velocidade do dia-a-dia.

 

 

Para sugestões e correções, estamos aí!

Rafael Fontenele

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Conceitos

Julho 7, 2008

Catei algumas anotações no meu caderno de idéias e afins sobre quais conceitos deveríamos seguir ou argumentos teóricos utilizar. Vão aí:

- A cidade como rede de flaneurie em espaços físicos e ciberespaço

- Uma obra para ser constantemente mudada

- leitor ativo – criar padrões – permitir desvios – reação – experiência estética

- rizoma – hipertexto – colaboração – resignificação – dispersão de conceito – dispersão de informação

-  ruído – intertextualidade – produtividade ilimitada – desvio de informação

 

Não sei onde isso pode ajudar mas coloquem a cabeça pra funcionar …

Vinícius Vasques

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Coisas a fazer

Julho 7, 2008

O tempo é curto e ainda tem algumas coisas que precisamos fazer:

- Definir regras: precisamos deixar claras quais as regras do troço. Quem começa, como o jogo se desenvolve, se vai ter moderação ou não, etc e tal.

- Escrever os textos: textos que irão no site. Rápido!

- Postar mais aqui. =D

Vamos lá!

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Regras do dominó

Julho 1, 2008

 

Pesquisando um pouco sobre o jogo de domino na internet, descobri que o dominó surgiu na China e sua criação é atribuída a um santo soldado chinês chamado Hung Ming, que viveu de 243 a.C a 182 a.C.

O nome provavelmente deriva da expressão latina “domino gratias” (“graças a Deus”), dita pelos padres europeus para assinalar a vitória em uma partida.

O jogo é composto de 28 peças, retangulares, com pontos marcados de zero (vazio) a seis, formando várias combinações.

Regras

A forma mais comum de jogar o dominó no Brasil é entre duplas (4 jogadores 2×2), onde cada jogador recebe 7 peças, ou jogar-se em 2 jogadores com 7 pedras cada um e 14 pedras para comprar no caso do oponente não ter a pedra da vez.

O primeiro a jogar pode ser por duas regras:

O que tem a pedra 6×6 (barata, carreta, carrilhão) sempre começa a partida, ou

Quem sortear a peça mais alta antes de iniciar a primeira partida iniciará, as demais partidas iniciam no sentido anti-horário a partir deste jogador.

O objetivo é baixar todas as peças primeiro, ou fechar o jogo (menos habitual). Jogar para o “fecha” não é modalidade comum nas mais nobres mesas de jogos, sendo permitido somente o “fecha” natural.

Quem baixar todas as peças ganha os pontos da soma de todas as peças que sobrarem na mão do adversário.

O jogo fica fechado quando não é mais possível baixar peças, geralmente quando as duas pontas do jogo têm o mesmo número e não existem mais peças com este número na mão dos jogadores.

Quando o jogo fica fechado, quem tiver menos pontos em peças na mão ganha e leva a pontuação em peças na mão do adversário, no caso de jogo por pontos.

Geralmente uma disputa de dominó é feita em várias partidas consecutivas, onde a dupla que acumular 100 pontos primeiro é a vencedora.

As vezes isso pode nos ajudar a fechar mais a regra do nosso domino.

 

Abraços

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Regras do Jogo

Junho 30, 2008

Flaneurgrafistas,

pensando no jogo esses últimos dias, cheguei a uma idéia que funcionaria bem eu acho, uma pessoa iniciará um jogo postando uma peça, quando acabassem as peças abriria nova possibilidade de jogo, ou seja, quem completar o jogo ou melhor o vencedor do jogo (podemos nos basear nas regras do domino tradicional), teria como colocar uma peça iniciado o próximo jogo, acho que assim fica bem dinâmico e o mais interessante, assim a pessoa tem um objetivo, ganhar o jogo.

O que vocês acham?